O que é o Câncer de Próstata?
O câncer de próstata é o tumor maligno mais comum entre os homens, depois do câncer de pele não-melanoma. Ele se desenvolve na próstata — glândula localizada abaixo da bexiga, responsável pela produção de parte do líquido seminal.
Na maioria dos casos, o tumor cresce de forma lenta e silenciosa, sem provocar sintomas nas fases iniciais. Por isso, o diagnóstico precoce, por meio de exames de rotina, é fundamental para que o tratamento seja realizado com altas chances de cura.
O Dr. Diego Reis Delgado, urologista em Vila Olímpia (SP), oferece acompanhamento completo — do rastreamento ao tratamento cirúrgico e clínico do câncer de próstata.
Principais fatores de risco
- Idade acima de 50 anos (ou 45 anos com histórico familiar);
- Histórico familiar de câncer de próstata, mama ou ovário;
- Etnia: maior incidência em homens negros;
- Obesidade e sedentarismo;
- Dieta rica em gorduras saturadas e pobre em frutas e vegetais;
- Mutações genéticas (BRCA1, BRCA2 e síndrome de Lynch).
Sintomas e sinais de alerta
Nas fases iniciais, geralmente não há sintomas. Quando presentes, podem incluir:
- Dificuldade para urinar ou jato urinário fraco;
- Aumento da frequência urinária, principalmente à noite;
- Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga;
- Presença de sangue na urina ou no sêmen;
- Dor lombar, pélvica ou óssea (em casos avançados).
Como é feito o diagnóstico?
- PSA (Antígeno Prostático Específico): exame de sangue;
- Toque retal: avalia tamanho, consistência e nódulos da próstata;
- Ressonância multiparamétrica: identifica lesões suspeitas;
- Biópsia prostática (transretal ou por fusão), quando indicada;
- Estadiamento com exames de imagem em casos confirmados.
A combinação desses exames permite definir com precisão o tipo, a agressividade e a extensão do tumor.
Opções de tratamento
O tratamento é individualizado, considerando idade, comorbidades e características do tumor:
- Vigilância ativa em tumores de baixo risco;
- Prostatectomia radical (cirurgia, podendo ser robótica ou laparoscópica);
- Radioterapia externa ou braquiterapia;
- Hormonioterapia em casos selecionados;
- Quimioterapia e novas terapias em doença avançada.
Prevenção e diagnóstico precoce
- Consultas urológicas regulares a partir dos 50 anos (ou 45 em grupos de risco);
- Manutenção de peso saudável e prática regular de exercícios físicos;
- Alimentação rica em vegetais, frutas e fibras;
- Redução do consumo de álcool e tabaco;
- Acompanhamento individualizado com urologista de confiança.
